
No Brasil, diariamente milhares de profissionais saem da informalidade e abrem suas empresas, e a pandemia acelerou este processo provocando uma nova onda de empresas novas no mercado. Muitas marcas nascendo, em sua grande maioria, microempresas que iniciam as operações com pouco capital, porém, todas têm a necessidade de divulgar seus produtos e serviços para se tornarem conhecidas. Diante desse cenário, vemos a demanda por impressões de menores tiragens aumentado nos últimos anos.
Com a concorrência grande, essas novas empresas precisam se diferenciar, e a personalização é um dos pontos, e como muitas vezes a empresa nova não tem volume alto de vendas, opta inicialmente por investir em embalagens genéricas (menor custo) e personalizá-las com etiquetas adesivas / adesivos para economizar. Pode ser um rótulo de um recipiente, um adesivo para fechar a caixa, para fazer o acabamento interno como um fechamento de uma seda e por aí vai, existem muitas possibilidades, o objetivo é profissionalizar e trazer a personalidade da marca de forma visual.
Uma composição bem elaborada (embalagem + adesivo) pode encantar o seu cliente, gerando uma experiência positiva a ponto de tornar o seu produto “instagramável”, gerando muita publicidade gratuita através dos seus clientes. Afinal quantas vezes você já não viu no feed das suas redes sociais alguém postando aquele produto artesanal como: sobremesa, tempero, produto de beleza natural, velas aromáticas, etc… e a etiqueta ali sempre presente?
Abaixo separamos algumas referências para inspirar você na hora de dar ideias para os seus clientes.





Texto por André Schelgshorn
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Como Montar seu Cartão de Visita
Bom, se você chegou aqui, imagino que você tem um plano em mente, mas talvez não saiba bem como colocá-lo em ação – e tenho quase certeza de que esse plano seja a montagem do seu cartão de visitas. Não tema: a Mr. Print é, como você bem sabe, a sua melhor parceira em gráficas online, e vamos te dar uma dica ou outra para ajudar no processo! Vamos lá?
Design, o começo, meio e fim do seu cartão de visitas. O que será feito aqui, pode literalmente definir o sucesso, ou não, do seu cartão. Mas, o que seria o sucesso de um cartão de visitas? Bem, com certeza alguma vez você recebeu o cartão de algum profissional e apenas de bater os olhos, gostou do visual e o guardou. E por vezes, guardou até por muito tempo – mesmo que não contrate mais aquele profissional – simplesmente porque o cartão é lindo. Bom, eu pelo menos já fiz isso. Foco!
Se você é designer, com certeza já tem noções de como montar um cartão – dos conceitos básicos em cores, formas, tipografias, grafismos, ao fechamento do arquivo. Se não é designer, essas dicas serão cruciais para você ter em mente na hora de montar o cartão (seja contratando uma agência, um designer, ou até tentando por conta própria).
Você vai querer um cartão chamativo, mas harmonioso – então as cores devem conversar entre si. Pode haver algum alto contraste, desde que feito de forma inteligente e que não tire a legibilidade do cartão. Evite também os clichês, como o oceano de cartões brancos com azul e vermelho aplicados que chovem por aí.
Hierarquia de informações! O que é isso? É a ordem de prioridade de cada componente do seu cartão. Com certeza ele vai ter pelo menos o seu nome, cargo, e-mail e/ou telefone e o logo da sua empresa. Então é importante decidir: o que você quer que tenha mais destaque? Ou melhor, o que será mais relevante para quem recebe esse cartão? Dessa forma, você vai poder decidir quais informações terão mais destaque – seja em tamanho, posicionamento e/ou alguma outra maneira usada para destaque. Ah, e lembrando que é possível usar ambos os lados do cartão, fica um pouco mais fácil decidir o quê vai aonde na hora do layout.
Na parte de tipografia, falamos sobre a fonte usada. Tente usar ou escolher uma fonte que não conflite com o logo da sua empresa, e que apresente as informações de forma clara, mas moderna (se foram os tempos de cartões com fontes serifadas). Ter um cartão atual, que tenha um visual agradável e de acordo com as tendências atuais é um sinal de preocupação com a apresentação e lhe dá alguns pontos a mais no quesito apresentação.
Quanto às formas e grafismos que você pode empregar no seu cartão de visita, é importante ressaltar que elas devem complementar o design, e não afogá-lo. Alguns cartões acabam tendo uma leitura mais difícil e visual desagradável por conta de elementos gráficos inseridos de forma exagerada, ou pior, que tenham mais destaque do que a informação principal: você.
Em seguida escolha um formato ou corte para o cartão que vá de encontro com o design elaborado. Seu cartão usa ângulos fechados de 90º, ou o plano é que tenha cantos arredondados? Você tem alguma outra forma ou medida especial em mente?
Aí que entramos – você chegou na parte da impressão do seu cartão de visitas. Na gráfica, você irá escolher o tipo de papel (substrato), sua gramatura (tamanho e densidade do material) e o acabamento (você prefere um cartão fosco, envernizado, ou talvez um pouco dos dois?) desejado. Há cartões pensados já desde o princípio com determinados acabamentos em mente para que tudo corra de forma esperada na hora da impressão e corte.
Ufa – essas são as principais dicas, e esperamos poder termos ajudado nessa jornada até a entrega em mãos do seu cartão de visita ao seu cliente!
Texto por André Schelgshorn
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Saiba escolher o substrato e gramatura ideais para seu folheto
Um dos fatores determinantes da qualidade e durabilidade do seu impresso é a gramatura do substrato utilizado. Ou, de um jeito mais simples de dizer, a densidade do papel, medindo a massa do mesmo, somando a celulose, cargas e aditivos.
A gramatura de um papel é medida em gramas por metro quadrado, ou g/m². Um papel de maior gramatura será geralmente mais grosso, mais denso, e portanto, pode ser mais resistente durante o manuseio. Ao mesmo tempo, esse papel, obviamente, terá custo de produção e impressão maiores. Papéis com maiores gramaturas são os mais indicados para impressos mais refinados, de maior qualidade agregada geral (produto ou serviço anunciado nele), ou para peças que tenham de ter maior durabilidade.
Do outro lado do espectro, temos os papéis de menor gramatura, ou seja, com menor densidade material por g/m², que tendem a ter um custo de produção e impressão menores, porém sendo mais delicados e podendo ser amassados com mais facilidade durante o manuseio. Estes papéis são mais indicados para distribuição em massa, produção em alto volume e/ou para promoções com prazos limitados (logo, este impresso tem vida útil curta na mente do público-alvo).
Quanto ao substrato, este é o tipo de material empregado. Diferentes substratos, são diferentes tipos de papéis, e estes têm propriedades únicas, como sensação ao toque, possibilidades de acabamento, aparência e mais.
Cada substrato, pode ser encontrado em um espectro padrão de gramaturas, variando dos jornais com suas finas e leves folhas em gramaturas de 35 a 70g/m², aos A4 comuns para escritórios, com 75g/m² mas se apresentando em gramaturas maiores também, até uma produção em papel fotográfico com 300g/² de gramatura, sendo assim, um material muito mais denso.
Escolher o substrato e a gramatura ideais para a sua necessidade é um importante fator para ditar a qualidade final e custo-benefício perfeitos aos seus planos.
Texto por André Schelgshorn
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