
A LGPD deve entrar em vigor até agosto de 2020 e gerará grande impacto em diversos negócios.
Em agosto de 2020, entrará em vigor a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD, Lei nº 13.709/2018), que regulamenta o tratamento de empresas quanto à alimentação e manutenção de dados pessoais de indivíduos.
Sancionada em agosto de 2018, a Lei nº 13.709/2018 e baseada no Regulamento Geral de Proteção de Dados Europeu (GDPR), que já está em execução desde 2018, a legislação brasileira também tem como objetivo regulamentar o tratamento de dados pessoais dos indivíduos, a fim de garantir os direitos fundamentais relacionados à proteção da liberdade, privacidade e intimidade e permitir aos titulares mais transparência e controle sobre a forma como são utilizados os seus dados.
Empresas de todos os portes serão impactadas pela medida e devem adequar seus bancos de dados às exigências legais e evitar penalizações. O primeiro esforço é realizar um diagnóstico que aponte o tipo de dado que a empresa possui e se há infraestrutura para armazená-los com segurança. O assessor jurídico do Sebrae/SC, Pedro Pirajá, explica que esse processo é conduzido por uma consultoria e pode levar até um ano para ser concretizado. Desse modo, micro e pequenos negócios que ainda não agiram para se adaptarem à norma devem fazê-lo o quanto antes, a fim de evitar multas.
Tendo menos de um ano para a lei entrar em vigor no país e com 85% das organizações brasileiras ainda despreparadas para as exigências da LGPD, de acordo com um levantamento feito pela Serasa Experian em 2019, o SIS preparou um relatório com o intuito de esclarecer aos pequenos negócios as obrigações legais criadas com a nova legislação e apresentar os desafios e oportunidades que surgem com o novo cenário.
Veja relatório SIS [+]
https://atendimento.sebrae-sc.com.br/inteligencia/relatorio-de-inteligencia/lei-de-protecao-de-dados-pessoais-lgpd
Fonte: www.sebrae-sc.com.br
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Como fazer boas negociações e diminuir as alterações que o cliente pede.
Você deve estar cansado em entregar o resultado do teu “job” para o cliente e alguns dias depois ele vem com inúmeras alterações, né?! Ou pior ainda, ele já foi atrás de você várias vezes para consertar pequenos detalhes do seu trabalho.
Quando você faz a conta do quanto você trabalha para corrigir o teu “job”, não compensa. Então, leia as linhas abaixo. Acho que podemos te ajudar com isso. A primeira coisa que você precisa fazer ao sentar com o cliente é fazer o…
Jogo limpo
Também conhecido como pré-frame no termo americano.
Quando você está com seu cliente na primeira conversa, seja o mais sincero possível. Já nesta primeira conversa já elimina possíveis entraves durante todo o desenvolver de seu trabalho.
Sobre a questão de apresentar o preço do seu “job” para o cliente, depende de caso para caso. Há casos que está óbvio o que o cliente quer, então já na primeira conversa apresente os preços.
Caso precisar fazer um pré-briefing com informações essenciais para precificar um valor justo para o seu cliente, faça o mais rápido e simples possível e apresente logo o preço ao cliente.
Existem muitos casos de designers indo levando na conversa, fazendo um briefing inteiro e depois de horas de estudo da proposta o cliente dizer que não fará por estar “caro” para ele.
Se você elimina clientes sem condições financeiras ou até mesmo os maus pagantes, você fica livre para se dedicar verdadeiramente para aqueles que realmente se interessam pelo seu trabalho.Os clientes sempre dão três respostas para a sua proposta: sim, não, vou pensar. O “sim” e o “não” estão ótimos, mas o “vou pensar” te escraviza. Você fica preso ao cliente esperando ele dar algum tipo de resposta e a maioria não fecha o negócio com você. Você perde energia e trabalho com este tipo de cliente. Então, o Jogo Limpo serve também para eliminar os “vou pensar” da sua reta.
Seja franco com o teu cliente. Diga para ele:
“Cara! Quero ser o mais sincero contigo para que o nosso trabalho flua, para podermos fechar negócios excelentes. Então, a primeira coisa que peço é: ao me dar a resposta, diga “sim” ou “não” no primeiro momento. Evita dizer que vai pensar. Vamos sair daqui com o contrato assinado ou não. Assim, se você não gostar, você me libera para eu atender outros clientes. Se aceitar, eu ficarei comprometido com seu resultado.”
Isto será libertador para você. Você vai eliminar um monte de indecisos ou pilantras e ficará somente com clientes certos.
Como diminuir as alterações?
É neste Jogo Limpo que você conversa sobre estas alterações. Diga para o teu cliente: “O preço do meu trabalho é X, e nele está incluído apenas 2 alterações. Acima disso, cobrarei Y por cada alteração, certo?”
Com esta negociação, o valor de Y é 10% do valor de X. Exemplo: se o teu negócio custa R$ 2.000,00, então, cada alteração será R$ 200,00. Se o teu negócio custa R$ 200,00, então, cada alteração será R$ 20,00. Se mexe no bolso do cliente, ele pensará duas vezes antes de pedir alterações. Tenha certeza que ele analisará ferrenhamente nas duas alterações gratuitas que ele terá antes de pedir uma terceira. Vai por mim!
Você pode também cobrar um valor muito mais alto pelo seu trabalho, mas deixar alterações livres por um determinado tempo. Exemplo: Se o teu “job” custa R$ 2.000,00, você cobra R$ 4.000,00 e diz para o teu cliente que as alterações são ilimitadas, porém por 2 meses de validade. A partir daí, cada alteração será 10% do valor acordado.
Você entendeu? Ele terá 2 meses para testar o teu precioso trabalho.
Qual valor de entrada?
É também no Jogo Limpo que vocês decidem sobre o pagamento. Após revelar o preço do seu trabalho e tendo a aprovação do seu cliente, você decide o valor de entrada, que nada mais é o sinal que ele precisa dar de imediato para que o “job” precisa ser realizado. Geralmente cobra-se 40%-50% do valor total. E o restante cobra na entrega.
Fazer a pergunta certa
Também, fazer perguntas certas ajuda no processo de entrega do seu “job”.
Nós fazemos inúmeras perguntas em nosso serviço, mas elas sempre nos dão a resposta errada. Quer ver um exemplo? Uma pergunta simples que fazemos: “para qual dia você quer esta arte?” e a resposta será “terça, quarta, dia 19, daqui a 3 dias, daqui a 4 dias, etc”.
Numa mesma situação, como nós devemos fazer a pergunta certa para obtermos a resposta certa? Um exemplo seria: “Qual dia é necessário para você ver a arte e fazer uma avaliação para realizar possíveis alterações?”
Com base nesta pergunta você disse para o cliente:
• Antes dele obter a arte finalizada e pronta para comercializar, ele precisará avaliar.
• Se haverá avaliação, consequentemente, haverá alterações.
• Com base nisto, o cliente deverá saber que haverá um tempo para reajustar de acordo com a avaliação dele.
Se pergunto “para qual dia você quer esta arte”, provavelmente entregaremos a arte neste dia que o cliente mais precisa dela. E quando ele analisa a arte, ele descobre que precisa fazer alterações. Então ele fica no teu “cangote” esperando que as alterações sejam feitas o mais rápido possível.
Com a pergunta certa, todo o trabalho será feito nesta forma:
1. “Job” aprovado
2. Sinal recebido
3. Fazer o “job” (exemplo: 2 dias)
4. Enviar o trabalho para o cliente avaliar (1 dia)
5. Fazer as devidas alterações e enviar novamente o trabalho para a avaliação (1 dia)
6. Fazer novamente as alterações e entregar para o cliente antes da data prevista (1 dia)
Caso o cliente tenha mais alterações para fazer, cobra-se o valor de 10% por alteração, mas em resumo, não pergunte o dia da entrega, mas sim o dia da avaliação dele. Deixa-o ciente do processo de trabalho. No caso acima, você precisará de 5 dias de “job”s.
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Colaboração: Hudson Nunes – https://medium.com/
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Agora ficou ainda mais fácil importar e exportar o arquivo da sua arte. Atualize seus gabaritos e saiba como evitar surpresas desagradáveis na hora da impressão!
Sempre buscamos novas formas de facilitar o processo de criação e fechamento de arquivos das suas artes afim de evitarmos ao máximo surpresas desagradáveis no processo de impressão e principalmente no recebimento dos seus materiais gráficos.
A atual mudança em nossos gabaritos para o formato *.PDF faz com que seja mais fácil a importação em qualquer software gráfico como também na exportação do seu arquivo.
Independente se é você que cria suas artes ou tem algum parceiro que presta este tipo de serviço, vale lembrar que recomendamos ficarem atentos às nossas dicas e tutoriais. Confira abaixo algumas informações importantes:
01. A importância do uso dos gabaritos.
Utilize sempre os gabaritos disponíveis na página de configuração de produtos, são essenciais para garantir o envio corretamente e agilizando o processo de análise, podendo chegar ainda mais rápido na produção.
02. Conferência dos arquivos
Depois que você fechar o seu arquivo em PDF, sempre confira todas as informações textuais, elementos gráficos e cores. Tudo que aparecer no PDF, irá aparecer na impressão.
03. Abuse da criatividade, porém, fique atento às limitações técnicas do processo de impressão.
Disponibilizamos na página de cada produto, dicas importantes para que seu impresso saia da melhor forma possível. Caso ainda tenha alguma dúvida, consulte nossos atendentes ou arte-finalistas.
04. Preparamos um tutorial rápido para o uso dos novos gabaritos.
Caso tenha alguma dúvida, contate-nos através dos diversos canais disponíveis.
Abrindo o arquivo no CorelDRAW
Para abrir o gabarito corretamente do CorelDRAW, vá em ARQUIVO, depois em ABRIR, selecione o PDF do gabarito baixado e clique em ABRIR. Na sequência aparecerá uma janela de diálogo, você pode importar o PDF em curva ou texto, é indiferente.
Veja exemplo abaixo:


Dessa forma a página é aberta no tamanho que a arte deve ser enviada, já com a sangria e as linhas de corte e de segurança de texto/imagem. Antes de iniciar a criação da sua arte em cima do gabarito, não esquecer de desativar, em todas as página, a impressora e bloquear as linhas do gabarito, para que não atrapalhem na construção da arte e não apareçam na impressão.
Veja o exemplo:

Caso não esteja visualizando as linhas do gabarito após abri-lo, verifique se o ícone de visualização (olho), está ativado.
Observe a imagem à direita acima.
Abrindo o arquivo no Illustrator
Para abrir o gabarito corretamente do Illustrator, vá em ARQUIVO, depois em ABRIR, selecione o PDF do gabarito baixado e clique em ABRIR. Na sequência aparecerá uma janela de diálogo, selecione a opção para importar todas páginas caso tenha mais de uma. Veja exemplo abaixo:


Dessa forma a página é aberta no tamanho que a arte deve ser enviada, já com a sangria e as linhas de corte e de segurança de texto/imagem. Antes de iniciar a criação da sua arte em cima do gabarito, não esqueça de bloquear em todas as página, a impressora e bloquear as linhas do gabarito, para que não atrapalhem na construção da arte e não apareçam na impressão.
Isso pode ser alterado na janela LAYER/CAMADAS. Veja o exemplo:

Ao finalizar a construção da arte não esqueça de desativar a visualização das linhas guias no ícone “olho” para que as linhas não saiam na impressão da arte.

Sempre confira o PDF depois da exportação, tudo que aparecer no PDF aparecerá na impressão.
Caso tenha dúvidas referente ao fechamento de arquivo, consulte aqui: Corel Draw, Illustrator ou Indesign.

